Confidor 700 wg - [inseticida] bayer

Confidor 700 wg - [inseticida] bayer
Localização:
Curitiba, Paraná (PR)


Descrição

REGISTRO
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/MAPA sob nº 006294
COMPOSIÇÃO
1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine
(IMIDACLOPRIDO) 700 g/kg (70% m/m)
Ingredientes Inertes300 g/kg (30% m/m)
CLASSE
Inseticida sistêmico do grupo neonicotinóide
TIPO DE FORMULAÇÃO
Granulos Dispersíveis
EMPRESAS
TITULAR DO REGISTRO/ IMPORTADOR

Bayer S/A - Rua Domingos Jorge, 1100 - Socorro - São Paulo/SP, CEP 04779-900. CNPJ: 18.459.628/0001-15. Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663.


FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO/ FORMULADOR

Bayer CropScience AG - D-51368 - Leverkusen/Alemanha. Bayer CropScience AG - D-51368 - Dormagen/Alemanha. Bayer CropScience Limited - Plot n° 66/1 to 75/2 G.I.D.C Indls Estate, 383001 - Himatnager - Dist. Sabarkantha - India.  


MANIPULADOR

Bayer S/A - Estrada da Boa Esperança, 650 - Belford Roxo/RJ,  26110-100 - CNPJ 18.459.628/0033-00. Certidão expedida pela FEEMA n° IN-000113. Indústria Brasileira.



AVISO

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
.

 

 


CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
IV - POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO

INSTRUÇÕES DE USO:

 

Culturas

Modalidade

Pragas controladas

Doses

 

de aplicação

 

Prod. Com.

i.a.

Abacaxi

pulverização

Cochonilha-do-abacaxi

Dysmicoccus brevipes

 

Cupim

Syntermes molestus

30 g/100 L

de água

21 g/100 L

de água

Abóbora, abobrinha, melancia e pepino

“drench”

(esguicho)

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

300 g/ha

210 g/ha

Pulgão-das-inflorescências

Aphis gossypii

 

Tripes

Thrips palmi

200 g/ha

140 g/ha

Alface

pulverização

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

300 g/ha

210 g/ha

bandeja

Pulgão

Dactinotus sonchi

300 g/ha

210 g/ha

Almeirão e chicória

pulverização

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

300 g/ha

210 g/ha

Algodão

 

pulverização

Pulgão-do-algodoeiro

Aphis gossypii

70 g/ha

49 g/ha

Tripes

Frankliniella schultzei

100 g/ha

70 g/ha

Alho e cebola

pulverização

Tripes

Thrips tabaci

100 g/ha

70 g/ha

 

Batata

pulverização

Tripes

Thrips palmi

100 g/ha

70 g/ha

Pulgão-verde

Myzus persicae

360 g/ha

252 g/ha

Berinjela e jiló

“drench”

(esguicho)

Tripes

Thrips palmi

 

Pulgão-verde

Myzus persicae

 

Moscas-branca

Bemisia tabaci

 

200 g/ha

140 g/ha

Moscas-branca

Bemisia tabaci raça B

 

300 g/ha

210 g/ha

 

Cana-de-açúcar

pulverização

Cupim

Heterotermes tennuis

 

Broca-da-cana

Migdolus fryanus

 

400 g/ha

280 g/ha

Couve, repolho e brócoli

“drench”

(esguicho)

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

 

300 g/ha

210 g/ha

Pulgão-da-couve

Brevicoryne brassicae

 

200 g/ha

140 g/ha

Couve-flor

“drench”

(esguicho)

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

300 g/ha

210 g/ha

Pulgão-da-couve

Brevicoryne brassicae

 

200 g/ha

140 g/ha

bandeja

Pulgão-da-couve

Brevicoryne brassicae

 

300 g/ha

210 g/há

Citros

pulverização

Minadora-das-folhas

Phyllocnistis citrella

 

Pulgão-preto

Toxoptera citricida

 

Cigarrinha-da-cvc

Oncometopia facialis

 

5 g/100 L

de água

3,5 g/100 L

de água

Cochonilha-Orthezia

Orthezia praelonga

 

Cochonilha-pardinha

Selenaspidus articulatus

 

Cochonilha-escama-farinha

Pinnaspis aspidistrae

 

Cochonilha-cabeça-de-prego

Chrysomphalus ficus

 

Cochonilha-verde

Coccus viridis

 

10 g / 100 L

de água

7 g / 100 L de água

Crisântemo

pulverização

Tripes

Thrips palmi

100 g/ha

70 g/ha

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

360 g/ha

252 g/ha

Cupim-de-monte

(*)

Cupins

Cornitermes cumulans

 

30 g/100 L

de água

21 g/100 L

de água

 

Eucalipto (viveiro e campo)

Imersão e rega

Cupim

Syntermes molestus

500 g/100 L de água, em baixa infestação

350 g/100 L de água

Cupim

Cornitermes bequaerti

750 g/ 100 L de água em alta infestação

525 g/ 100 L de água

Euphorbia (Poinsétia)

pulverização

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

 

30 g/100 L

de água

21 g/100 L

de água

Feijão

pulverização

Vaquinha-verde-amarela

Diabrotica speciosa

 

Cigarrinha-verde

Empoasca kraemeri

 

150 g/ha

105 g/ha

Mosca-branca

Bemisia tabaci

 

250 g/ha

175 g/ha

Fumo

(rega)

canteiro

Broca-do-fumo

Faustinus cubae

 

Pulgão-verde

Myzus persicae

 

15 g/50 m²

10,5 g/50 m²

“drench”

(esguicho)

lavoura

Pulgão-verde

Myzus persicae

 

Broca-do-fumo

Faustinus cubae

 

360 g/ha

252 g/ha

Gérbera

pulverização

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

 

30 g/100 L

de água

21 g/100 L

de água

 

Melão

“drench”

(esguicho)

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

 

300 g/ha

210 g/ha

Pulgão-das-inflorescências

Aphis gossypii

 

Tripes

Thrips palmi

 

200 g/ha

140 g/ha

bandeja e

gotejamento

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

 

300 g/ha

210 g/ha

 

Pimentão

“drench”

(esguicho)

Tripes

Thrips palmi

 

Pulgão-verde

Myzus persicae

 

Moscas-branca

Bemisia tabaci

 

200 g/ha

140 g/ha

Moscas-branca

Bemisia tabaci raça B

300 g/ha

210 g/ha

bandeja

Tripes

Thrips palmi

 

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

 

300 g/ha

210 g/ha

Pinus

(viveiro e campo)

 

imersão e rega

Pulgão-do-pinus

Cinara atlantica

37,5 g/100 L de água em baixa infestação

26,25 g/100 L de água

75,0 g /100 L de água, em alta infestação

52,5 g / 100 L de água

 

Tomate

“drench”

(esguicho)

Tripes

Thrips palmi

 

Pulgão-verde

Myzus persicae

 

Moscas-branca

Bemisia tabaci

 

200 g/ha

140 g/ha

Moscas-branca

Bemisia tabaci raça B

300 g/ha

210 g/ha

bandeja e gotejamento

Tripés

Thrips palmi

 

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

300 g/ha

210 g/ha


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Na cultura de fumo, no tratamento de canteiro, são feitas duas aplicações, a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após. Em algodão, iniciar o controle quando, em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e irem pulgões vivos. É importante o controle até 50 - 60 dias após a emergência das plantas.
Nas aplicações em jato dirigido no colo das plantas nas culturas de alface, berinjela, brócolis, couve, couve-flor, fumo, jiló, pimentão, pepino, repolho e tomate, e também para as aplicações via irrigação por gotejo nas culturas de melão e tomate, a aplicação deve ser feita logo após o transplante; e em abóbora, abobrinha, melancia, melão, pepino, logo após a emergência da planta.
Nos usos em bandejas ainda no viveiro de mudas, nas culturas de alface, couve-flor, melão, pimentão e tomate, aplicar a emergência das plantas de 24 horas antes do transplante definitivo no campo.
Nas pulverizações foliares em alface, alho, almeirão, batata (tripes), cebola, citros (pulgão, cochonilhas e cigarrinha), chicória e feijão, aplicar logo após o aparecimento das pragas.
Em batata, para controle de pulgão, a aplicação é feita sobre a linha de plantio logo após a emergência da cultura.
Para o minador da folha dos citros, deve-se proteger a brotação logo no início.A aplicação deve ser iniciada quando 50% das plantas estiverem brotando e dirigido às lagartas do 1º e 2º instar.
Em crisântemo, euphorbia e gérbera aplicar logo após o aparecimento das pragas e repetir a aplicação a cada 20 dias.
Em cana-de-açúcar, a aplicação é feita sobre os toletes colocados no sulco de plantio.
Em abacaxi, a aplicação é feita cerca de 30 dias após o transplante.Aplicar no início da estação chuvosa, sendo uma aplicação por ano suficiente para o controle da praga.
Em pinus, aplicação no viveiro, através de imersão ou rega das bandejas de mudas, ou tratamento no campo, através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após plantio.
Em eucalipto, aplicação através de imersão das mudas antes do plantio ou rega das mudas após o plantio.


MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTO

Na cultura do fumo o produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:
Canteiro - dilui-se a dose recomendada em 40 L de água e fazem-se aplicações na forma de rega.
Lavoura: coloca-se 1 saquinho (30 g) em um pulverizador costal, faz-se uma única aplicação logo após o transplante com jato dirigido planta a planta (esguicho) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. Recomenda-se de 10-15 ml de calda/planta gastando-se 180 a 240 L calda/ha, o que corresponde a 12 cargas de 15 ou 20 L do pulverizador costal, respectivamente.
Em abacaxi, cerca de 30 dias após o transplante, o produto adicionado de espalhante adesivo é aplicado no colo da planta utilizando-se 30 a 50 ml de calda por planta.
Em alface, almeirão, chicória, crisântemo, euphorbia e gérbera o produto é aplicado na forma de pulverização utilizando 600 a 1200 L de calda/ha.
Nas culturas de algodão, batata, cebola e feijão empregam-se pulverizadores de barra com bicos cônicos, utilizando-se 400 - 500 L de calda para cebola, 500 - 1000 L para batata e 200 - 300 L para algodão e feijão.
Na cultura de alho recomenda-se adicionar espalhante adesivo e a aplicação é feita com pulverizadores de barras equipadas com bicos cônicos utilizando-se 400 - 500 L de calda/ha.
Na cultura de citros recomenda-se o emprego de turboatomizadores, e uso de adjuvante (Impress), óleo mineral ou vegetal e 2000 L de calda/ha.
Nas culturas de alface, brócolis, couve, couve-flor, berinjela, jiló, pimentão, repolho e tomate a aplicação é feita logo após o transplante com jato dirigido planta a planta, utilizando-se 10 - 15 ml de calda por planta, de forma a atingir o caule e escorrer para o chão. Em abóbora, abobrinha, melancia, melão e pepino, realiza-se a aplicação (esguicho) logo após a emergência das plantas, empregando-se também 10 - 15 ml de calda/planta.
Em cana-de-açúcar, a aplicação é feita sobre os toletes colocados no sulco de plantio.
Na cultgura de pinus, o produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:
Viveiro:
- proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.
OU,
- através de rega das bandejas contendo as mudas, aplicando-se 1 litro de calda inseticida por m2 de bandeja, utilizando-se um regador comum.
Campo:
- antes do plantio, proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.
OU,
- aplicação após o plantio de 25 ml de calda na base de cada planta, com a utilização de pulverizador costal.

Na cultura do eucalipto o produto deverá ser diluído em água e aplicado das seguintes formas:
- antes do plantio, proceder a imersão as bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.
OU,
- aplicação após o plantio de 25 ml de calda na base de cada planta, com a utilização de pulverizador costal.

(*) No controle de cupins, dilui-se o produto em água na proporção de 30 g/100 L de água. Faz-se uma perfuração no topo do ninho até atingir o núcleo com uma barra de aço (varão) de 25 mm de diâmetro e coloca-se um litro da calda preparada.
Aplicações Especiais:
Aplicação sobre as bandejas de mudas:
Para as culturas de alface, couve-flor, melão, pimentão e tomate, o produto também pode ser aplicado diretamente sobre as bandejas de mudas com o auxílio de um pulverizador costal manual dotado de bico de jato plano (leque) com um consumo de 250 ml de calda inseticida para cada bandeja de 200 alvéolos. Logo após a aplicação, recomenda-se repetir a aplicação da mesma forma com o mesmo volume de água para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicada em cada bandeja deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantada por hectare dependendo da cultura e espaçamento adotado. Visando um melhor e mais rápido aproveitamento do produto aplicado é aconselhável a interrupção do fornecimento de água às mudas 24 horas antes da aplicação do produto.
Junto à irrigação por gotejo:
Para as culturas de tomate e melão, o produto pode ser aplicado diluído na água de irrigação, respeitando-se a dose de produto recomendada por hectare.


INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacaxi ........................................... 75 dias
Abóbora ........................................... 40 dias
Abobrinha ........................................... 40 dias
Alface ........................................... 14 dias
Algodão ........................................... 30 dias
Alho ........................................... 30 dias
Almeirão ........................................... 14 dias
Batata ........................................... 21 dias
Berinjela ........................................... 7 dias
Brócolis ........................................... 82 dias
Cana-de-açúcar ........................................... (*)
Cebola ........................................... 21 dias
Chicória ........................................... 14 dias
Citros ........................................... 21 dias
Couve ........................................... 14 dias
Couve-flor ........................................... 82 dias
Crisântemo ........................................... UNA
Eucalipto ........................................... UNA
Euphorbia ........................................... UNA
Feijão ........................................... 21 dias
Fumo ........................................... UNA
Gérberas ........................................... UNA
Jiló ........................................... 7 dias
Melancia ........................................... 40 dias
Melão ........................................... 40 dias
Pepino ........................................... 40 dias
Pimentão ........................................... 7 dias
Pinus ........................................... UNA
Repolho ........................................... 82 dias
Tomate ........................................... 7 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI"s recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO
Não há outras limitações além de seguir criteriosamente as instruções de uso do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Observar os equipamentos recomendados nas diferentes fases do item “PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS
Vide item: MODO DE APLICAÇÃO.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico,etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
SAÚDE HUMANA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. 
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.  - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas), luvas/botas de borracha, máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e a boca, e óculos de proteção.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fotes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas), luvas/botas de borracha, touca árabe, máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e a boca, e óculos de proteção.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 h).
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
 - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS

- Ingestão : Não provoque vômito. NUNCA dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente. Procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
- Olhos : Lave com água em abundância durante 15 minutos. Procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
- Pele : Lave com água e sabão neutro em abundância. Procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
- Inalação:

Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o acidente parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para a assistência médica mais próxima. Procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.



TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO

Não específico - Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico

Neonicotinóide

Classe toxicológica

IV – Pouco tóxico

Mecanismos de toxicidade

Inseticidas neonicotinóides são relativamente pouco tóxicos para humanos porque ele interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos, e eles não atravessam prontamente a barreira hemato-encefálica. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são esperados em níveis baixos de exposição.

 

Vias de absorção

Oral, dérmica e inalatória.

 

Sintomas e sinais clínicos

A exposição ao imidacloprido pode causar irritação dérmica e ocular, fadiga, agitação, espasmos, fraqueza muscular e dificuldade respiratória. A ingestão pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de coordenação, tremores, diarréia e perda de peso. Estudos crônicos com ratos mostraram que a tireóide é especialmente sensível ao imidacloprido. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral.

Toxicocinética

O imidacloprido é rapidamente e quase totalmente absorvido (>92%) pelo trato gastrintestinal dos ratos, e é eliminado do organismo rapidamente e completamente, sem indicação da ocorrência de bioacumulação do composto de origem ou de seus metabólitos. Em média, 75% da dose administrada foi excretada na urina e o restante foi excretado nas fezes.

 

Diagnóstico

O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

 

Tratamento

Não em antídotos conhecidos para a exposição a inseticidas neonicotinóides. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais. O principal efeito clínico esperado é depressão do sistema nervoso central. A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Devem-se tratar os sintomas.

Administre carvão ativado (240 ml de água / 30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes; 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem presentes  sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.

Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através do vômito e diarréia.

 

Contra-indicação

A indução do vômito não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer devido à presença de surfactantes ou solventes na formulação.

 

Atenção

As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Disque-Intoxicação: 0800-722-6001

Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica

RENACIAT – ANVISA/MS

Telefone de Emergência da empresa: (0xx21) 2761-4023.

 


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:

Não em informações específicas para seres humanos. Em ratos, o produto tem ação reversível sobre o sistema nervoso, observando-se efeitos sobre sistema respiratório e muscular. É rapidamente absorvido pelo trato gastro intestinal, porém pouco via dérmica e via inalatória, não apresentando lesões dérmicas e nem nas vias respiratórias.

O produto é rápida e uniformemente distribuído nos órgãos e tecidos. As concentrações mais elevadas foram observadas nos órgãos de eliminação: fígado e rins.

 

A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oxidação da molécula, formando o ácido 6-cloronicotínico, que reage posteriormente com glicínia para formar o conjugado ácido hipúrico e, a segunda, pela hidroxilação do anel imidazolidina na posição 4 ou 5.

 

O produto é eliminado rapidamente e de forma completa dentro de 48 horas após a aplicação, tendo como principal via de excreção a urina.


EFEITOS
- EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Agudos: em ratos, via oral, os efeitos do produto se manifestam de 30 a 60 minutos após a aplicação desaparecendo completamente após 2 dias. Via dérmica e inalatória, os estudos demonstram que o produto não ocasiona lesões/irritação local ou sistêmica, também não apresentou irritação dermal ou a olhos de coelhos e não é sensibilizante dérmico à pele de cobaias.
Crônicos: nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo também mostrou que, com relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas.
Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhumas anormalidades ou efeitos significativos. As doses sem efeito, foram respectivamente, 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.


PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.



INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
- Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE LTDA. - telefone de emergência: 0800-243334. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
EMBALAGENS

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


DESTINAÇÃO E EFEITOS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,<br/>somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.<br/>

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS
Este produto não está cadastrado na Secretaria da Agricultura do Estado do Paraná para as culturas de abobrinha, abóbora, alface, almeirão, brócolis, cebola, citros, chicória, couve, eucalipto, jiló, cana-de-açúcar,  gérbera e pinus; e para os alvos: Syntermes molestus em abacaxi, Myzus persicae e Bemisia tabaci em berinjela, Bemisia tabaci raça B e Brevicoryne brassicae (aplicação em bandeja) em couve flor, Thrips palmi em crisântemo, Empoasca kraemeri em feijão, Thrips palmi e Aphis gossypii em melão e melancia, Aphis gossypii em pepino, Thrips palmi e Bemisia tabaci em pimentão, Brevicoryne brassicae e Bemisia tabaci raça B em repolho e Thrips palmi, Bemisia tabaci, e Bemisia tabaci raça B em tomate, não podendo ser temporariamente receitado/recomendado nesse Estado



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Dados do vendedor
Apelido:
BAYER
Membro desde:
25/04/2011
Localização:
Curitiba, Paraná (PR)
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